Vendo o rosto zombeteiro de Laura e sentindo o ar de distanciamento que ela exalava, Sandro percebeu que, não importava o que fizesse, ela parecia não querer mais confiar nele.
Uma dor aguda atingia seu peito, dificultando sua respiração.
Ele a encarava, com seus olhos implorando:
- Aura, eu juro, nunca te forçarei a fazer algo sem o seu consentimento. Eu só queria te ajudar, foi por isso que concordei com ela. Ela só me deixou duas opções, eu não tinha escolha.
A outra opção era algo que ele nu