— Pai, precisamos conversar.
Minha voz saiu decidida, mas confesso que o meu coração batia como se desejasse abandonar o meu peito.
— Acredita no seu pai, não acredita, minha filha?
— Não tem como eu duvidar do que estou vendo, tem?
— Filha, eu te amo, minha linda.
O abraço do meu pai queimava como se eu estivesse presa em correntes em brasa, o ódio que eu sentia por ele quase fez com que o plano fosse por água abaixo.
— Solta!
Me afastei de uma vez. O rosto do meu pai se contorceu por a