A dor tirou de mim a noção do que estava acontecendo, mas me deu força.
Estiquei a mão e agarrei a primeira coisa que encontrei.
Era um vaso de porcelana fina.
Bati com toda a minha força contra a cabeça do homem que estava com os dedos apertando a minha coxa.
Eu me cortei, mas não senti.
— Vagabunda!
Suzanna deu risada e se afastou.
— Ela é sua. Estou indo embora, não quero ver isso.
O oriental não respondeu, mas eu estava com tanto medo que continuei gritando e pedindo por socorro como se, em