Alaric
Deslizei os dedos para dentro da cintura da calcinha dela e a fiz escorregar lentamente pelas pernas, dandolhe tempo de sobra para me deter, caso aquilo fosse demais, rápido demais. Mas ela apenas soltou um gemido profundamente erótico quando minha língua quente tocou a dobra onde o sexo encontrava a parte interna da coxa.
— Alaric, o que você... — Arfou, quando afastei suas pernas com firmeza, abrindo espaço para mim entre elas, e passei os dedos por suas dobras, expondo à minha visão sua intimidade rosada, úmida, entregue.
— Só estou admirando sua boceta linda, docinho — Murmurei. — Tão molhada... tão pronta pra mim, não é?
A única resposta foi um gemido carente, enquanto eu deslizava os dedos por sua fenda, recolhendo sua umidade para a levar à boca.
— Tão doce... — Rosnei, sentindo o sabor incendiar meus sentidos.
Um único gosto dela foi suficiente para apagar qualquer pensamento racional. Não restava nada além da necessidade. Um desejo cru, desesperado, de me afundar nela