Kieran
O sonho começa com escuridão. Não a escuridão comum da noite, mas aquela escuridão pesada que antecede tragédias. Estou de pé no meio da floresta, o chão coberto por neve escura, e sei que algo está errado antes mesmo de ver.
— Melissa… — chamo.
Minha voz não ecoa. O vínculo existe, mas está fraco, distorcido, como se alguém estivesse apertando meu coração com mãos invisíveis. Fenrir se agita dentro de mim, rosnando baixo, desconfiado.
— “Isso não é real.”
Mas parece. Caminho alguns passo