Melissa
A voz não me deixa em paz. Ela não some quando acordo. Não enfraquece com o passar das horas. Não se dissolve no barulho da fortaleza despertando. Ela fica ali, constante, firme, como se tivesse criado raízes dentro da minha mente.
— “Venha até mim, filha da Lua…”
Levo a mão ao ventre, respirando fundo.
— “…ou seu legado sofrerá por sua hesitação.”
Fecho os olhos com força.
Nyx se encolhe dentro de mim, alerta como nunca esteve.
— “Isso não soa como bênção.” — ela fala. — “Soa como ordem