Instintivamente, Vivienne desliza as mãos para a barriga num gesto desesperadamente protetor, como se pudesse abraçar seus bebês através da pele. Gradualmente, sua respiração começa a normalizar conforme a realidade retoma seu lugar, embora o horror do pesadelo ainda pulse em suas veias. A visão grotesca parece ter sido gravada em sua retina com precisão cruel, não apenas um sonho nascido do medo da ameaça recebida, mas algo mais profundo, quase uma memória enterrada em algum canto escuro de su