Seus olhos se fecham com força, como se pudesse se esconder da dor, como se apagar aquela lembrança fosse suficiente para fazê-la desaparecer. Mas não é. Nunca foi. Essa dor sempre esteve ali, adormecida, esperando o momento certo para rasgá-la por dentro.
Seu choro ecoa pela sala, quebrando o silêncio como um grito sufocado na escuridão. O peito sobe e desce em soluços descontrolados, o passado esmagando-a com um peso que ela mal consegue suportar.
Então, um som seco. Um estalo cortante. O ruí