Capítulo 107
Téo gostava daquele silêncio do hospital nos horários mais tranquilos. Gostava de saber que, por trás de cada porta, uma história estava sendo cuidada por seus profissionais.
Ao sair da ala de reabilitação, ele andou calmante pelas alas, cumprimentando funcionários e observando o ritmo ao seu redor.
— Bom dia, doutor Téo.
— Bom dia, senhora Sofia. Como está o seu marido?
A senhora sorriu, surpresa por ele se lembrar.
— Está melhor. Obrigada por perguntar, senhor.
Ele assentiu com u