Capítulo 106
Anos depois...
Téo Valença permanecia imóvel diante da enorme parede de vidro do Hospital Valença Internacional. Trinta e três anos e o mesmo olhar determinado que, por décadas, fez de seu pai, Rafael Valença, um dos nomes mais respeitados do setor hospitalar.
Os cabelos castanhos estavam penteados para trás, usava terno azul-escuro feito sob medida, um relógio caro no pulso e sapatos de couro perfeitamente lustrados. Téo era uma cópia perfeita do pai quando jovem.
Sobre a mesa, o