— Pai doente? — ele repete, como se estivesse avaliando a veracidade da minha afirmação.
— Sim — confirmo, preparando-me para explicar mais, mas seu olhar feroz me interrompe antes que eu possa dizer mais alguma coisa.
—Vá para o seu quarto— ele ordena — e pare de dar em cima dos convidados! — a voz firme e intransigente.
—Eu não fiz nada. Ele que veio falar comigo.
Ele se inclina ligeiramente, os olhos fixos nos meus, e a intensidade de seu olhar me deixa sem palavras.
—Claro que veio. Você re