Me levanto e me aproximo dela, colocando minha mão sobre a sua. Há uma distância entre nós, que parece maior do que nunca, mas eu sei que ela precisa de mim agora, assim como eu dela. Meu olhar tenta dizer o que as palavras não conseguem, algo como "Eu ainda sou sua filha. Nada mudou realmente."
— Eu também não imaginava, mãe — sussurro. — Mas... é isso que eu quero.
Ela me olha por um momento, e vejo os muitos sentimentos em seus olhos. Há orgulho, sim, mas também uma dor suave que só as mães