DULCE
Assim que entrei na sala, encontrei Dário parado perto da janela.
No instante em que nossos olhos se encontraram, ele veio na minha direção com os braços abertos, como se quisesse me abraçar.
Meu corpo reagiu antes da minha mente.
Ergui um braço entre nós, impedindo sua aproximação.
Ele parou imediatamente.
Seu semblante se desfez.
— Me desculpa... — disse em voz baixa, baixando lentamente os braços. — Eu... só queria saber como você estava.
Fechei os olhos por um breve instante.
Como eu