— Oi mãe! Que saudades!
Ela retribuiu meu abraço e se afastou, perscrutando meu rosto em busca de resposta para a interrogação em seu olhar.
— Até que enfim lembrou de mandar me buscar daquele fim de mundo.
Sorri, com o tom dramático dela.
Eram 08:00 horas da manhã e ela tinha acabado de chegar do abrigo que mantínhamos, afastado do centro da cidade, que servia de esconderijo para testemunhas ameaçadas.
— Pare com isso mãe, eu lembro sempre da senhora, mas não estava na hora ainda.
Ela olhou de