A cada passo, sentia o olhar dele nas costas.
Não como posse.
Como despedida.
Isso doía mais.
Quando chegaram à rua lateral, Yasmin segurou seu braço.
— Você quase contou.
Layla parou.
Encostou-se à parede e levou a mão ao peito.
— Eu sei.
— Por que não contou?
Layla olhou para trás, para a praça que já não via completamente.
— Porque eu quis contar por causa dele.
Yasmin esperou.
Layla tocou o ventre.
— E preciso contar por causa do bebê.
A amiga ficou em silêncio.
Depois assentiu.
— Essa é um