Layla fez uma careta.
— Péssima imagem.
— Boa análise.
— Ele não sabe.
— Não oficialmente.
— Mas suspeita.
— Sim.
Layla tocou o ventre.
O bebê ainda era pequeno demais para qualquer movimento. Ainda assim, o gesto já parecia conversa.
— Se eu olhar para ele, talvez eu conte.
Yasmin ficou séria.
— Quer contar?
A pergunta era simples.
A resposta, não.
Layla olhou para a janela.
— Quero que ele saiba sem que o palácio saiba. Quero que ele sinta sem reivindicar. Quero que ele chore sem usar a lágri