O relógio ainda não marcava nove horas quando Ayla estacionou diante do Orfanato Santa Luz pela terceira vez naquela semana.
O céu permanecia limpo, mas o vento da manhã carregava o perfume das flores espalhadas pelos jardins e fazia as folhas das árvores antigas dançarem lentamente sobre o caminho de pedras que levava até a entrada principal.
Havia algo profundamente acolhedor naquele lugar. Não era a arquitetura simples, nem os muros antigos que protegiam o terreno, tampouco o silêncio resp