E os dias sombrios, com os quais eu estava acostumado, simplesmente desapareceram da minha vida. Eram tempo de luz! Tempos de vitória! Tempos de amor!
- Rarith, quero lhe apresentar a minha filha – falei, me impressionando com o tom emocionado na minha voz – A sua prima.
Peguei a mão de Isabelle, que estava próxima de mim e pus sobre a de Rarith, que ainda se aconchegava à Olívia, na cama ao lado. As duas se olharam e Rarith disse:
- Você quer ser minha amiga?
- Eu quero! – Isabelle respondeu,