Gabe apertou meu pescoço, com os olhos fixos nos meus e aos poucos os dedos foram afrouxando e descendo ao longo do meu corpo, em câmera lenta, minha pele arrepiando-se a cada centímetro que ele percorria.
- A melhor coisa da vida é dizer “não” para você, Chuchu! – recitou de sensual.
- Diga não... Me beijando... – Implorei.
- Isto, implore, Chuchu... Implore por um beijo... Que jamais terá...
- Quero sua língua... – choraminguei.
Gabe levantou as mãos e me encarou, com um sorriso safado e de c