HAGEN
Assim que Marcus entrou no escritório, tive a sensação estranha de que alguma coisa finalmente estava voltando ao lugar.
Não uma memória.
Não exatamente.
Mas uma sensação.
Como se eu pudesse respirar melhor.
Como se aquele ambiente fosse mais verdadeiro.
Por um segundo apenas nos encaramos.
Então ele abriu os braços.
— Você está horrível.
Soltei uma gargalhada.
— E você continua feio.
Marcus riu.
E no instante seguinte estávamos nos abraçando.
Um abraço forte.