Os dois dias em Avelândia foram um velório em vida para Ísis. Cada hora de silêncio de Giorgio era um prego no caixão de suas esperanças. Ela olhava para o ventre e sentia uma força gélida crescer: ela não seria a vítima. Se Giorgio Cezario queria ser o homem das fotos, ela seria a mulher que não precisava dele.
Em Valverde, Giorgio era um autômato de mármore. Ele não dormia, apenas trabalhava. A raiva havia secado suas lágrimas, deixando apenas um deserto de amargura. Ele terminaria aquela gal