Acordei com o cheiro de café e o som de risadas no jardim. Pela janela, vi Luca ensinando Sofia a cavalgar em um pônei *roxo* – sim, ele realmente tinha encontrado um maldito pônei roxo.
Meu coração apertou.
Era exatamente esse o problema.
Nos últimos dias, Luca tinha se tornado *o pai perfeito* – paciente, presente, atento a cada detalhe da vida de Sofia. E eu? Eu estava me tornando a vilã da história, sempre de pé à margem, questionando cada gesto, cada presente, cada sorriso que ele da