No hospital público, Laura começou a dar sinais de que estava recobrando a consciência. Seus olhos se abriram lentamente, mas a visão ainda estava embaçada. Sua cabeça latejava, e o corpo parecia pesado, cada movimento trazendo uma dor lancinante. Enfermeiros estavam ao seu lado, monitorando seus sinais vitais.
— Onde... estou? — Laura conseguiu murmurar, mas sua voz era quase um sussurro.
— Você está em um hospital, sofreu um acidente de carro, mas está segura agora. Fique calma, vamos cuidar