Logan
O som da arma sendo engatilhada foi ouvido perfeitamente na sala silenciosa. Eu entrei movido pela cegueira e encostei o cano em sua testa.
A prepotência ainda estava lá. Aquela arrogância ainda aparecia sobre os machucados do seu rosto e, mesmo que estivesse amarrado, Dominik sorria.
— Vamos, mate o seu pai — provocou-me.
— Seu maldito!
— Não tem coragem? — debochou. — É decepcionante que eu tenha criado um covarde.
Rangi os dentes. Eu devia matá-lo por tudo o que ele fez a Elise, tudo