Andradas bateu levemente a porta do quarto de Aline. Ela estava sonolenta e levantou-se achando que fosse Giorgia, desorientada, não se lembrava de que a mesma estava folgando todas as noites.
— O senhor!— ela exclamou ao abrir a porta.
Andradas reparou que a moça usava uma camisola curta de algodão, com um desenho juvenil na frente.
— Posso entrar?— ele sussurrou olhando em volta do corredor.
— Claro!— ela sorriu.
Andradas entrou no pequeno quarto, lembrando-se de que fez muito iss