Rosana estava misteriosa, eu a achei mais atraente, usava um batom brilhante nos lábios.
— O que houve, Rosana? Você está estranha!— eu disse curiosa.
Ela se acendeu.
— Menina, deixa eu te falar. É assim, você está adormecida, aí alguém joga só um pouquinho de pólvora, pronto, você explode!
Eu fiquei boquiaberta, chocada. Eu sorri e arrisquei um palpite:
— O doutor Eduardo te beijou?
— Não!— ela quase gritou.
Eu achei graça.
— Qual o problema, ele é livre!