A Mansão Ravenclaff nunca havia testemunhado tamanha destruição. No grande salão, o lustre de cristal balançava perigosamente enquanto Alexander, possuído por uma fúria que beirava a loucura, arremessava uma estátua de bronze contra a imensa parede de espelhos. O som do vidro explodindo em milhares de estilhaços pareceu um eco de sua própria mente.
— COMO ELE PODE ESTAR VIVO? — Alexander berrou, as veias do pescoço saltadas. — Cinco anos! Eu carreguei a culpa da morte dele nas minhas costas