O alarme do quarto 402 não era um bipe rítmico; era um grito estridente de metal contra silêncio. Quando Alexander Ravenclaff empurrou a porta de vidro, o cenário que encontrou congelou o sangue em suas veias. A cama estava vazia. Os lençóis brancos estavam revirados, marcados por manchas escarlates frescas e o rastro de soro que pingava do equipo quebrado no chão.
— SOPHIA! — O rugido de Alexander ecoou pelo corredor do St. Jude, atraindo médicos e seguranças em segundos.
Ele se abaixou