Alexander estava na sala de monitoramento do hospital, uma sala escura e fria onde as telas brilhavam com as imagens de vários quartos. Seus olhos estavam fixos na tela 402. Ele via Sophia deitada, pálida, cercada pelos papéis falsos que Isadora plantara. Ele sentia um prazer doentio em vê-la destruída; era a única forma de aplacar a dor que sentia por ainda desejar a mulher que ele acreditava ser uma mercenária.
Na tela, ele viu Sophia se mexer bruscamente. Ela levou as mãos trêmulas à bar