A mansão naquela manhã parecia pulsar com uma energia pesada, como se cada parede guardasse um segredo prestes a se desprender. Elena caminhava pelos corredores com Liam no colo, sentindo que todos os olhares — visíveis e invisíveis — a acompanhavam. Depois da explosão silenciosa que foi o dia anterior, ninguém fingia normalidade. As cozinheiras cochichavam, o jardineiro evitava cruzar o olhar, e até os seguranças pareciam desconfortáveis, atentos demais.
Era como se alguém tivesse acendido um