A casa acordou antes de qualquer intenção. Não houve despertador, nem pressa. A luz entrou pelas frestas com a naturalidade de quem já conhecia o caminho, tocando primeiro o corredor, depois a sala, até alcançar a cozinha. Dominic foi o primeiro a se mover, mais por hábito do que por necessidade. Caminhou descalço, sentindo o piso frio sob os pés, e abriu a janela como fazia todos os dias — não por ritual, mas porque gostava de confirmar que o mundo seguia lá fora.
O jardim estava intacto. As f