Mundo de ficçãoIniciar sessãoELISA
Isabel sempre pintou como quem respira. Desde pequena, quando chegava com as mãos sujas de guache e um sorriso que ocupava metade do rosto, ela transformava qualquer papel em mundo inteiro. Dragões com escamas de arco-íris, casas que flutuavam entre nuvens, flores que pareciam ter alma própria. Aos dez anos, já tinha uma pasta cheia de desenhos que eu guardava como tesouro no armário do quarto. Aos doze, começou a pintar com mai







