Mundo de ficçãoIniciar sessãoELISA
A Casa da Esperança estava quieta naquela tarde de quinta-feira. O sol entrava pelas janelas altas do jardim interno, iluminando as lavandas que Alberto plantara meses antes — elas floresciam fortes, roxas e perfumadas, como se quisessem provar que a vida insiste em crescer mesmo onde antes só havia terra seca. Eu estava no escritório pequeno ao lado da recepção, re







