Jackson estava se divertindo.
Não de um jeito raso, mas do jeito dele: rindo fácil, conversando demais, deixando duas mulheres ocuparem o espaço ao redor como se aquilo fosse parte de um jogo antigo, confortável. Ele bebia, comentava a música, fazia piadas que arrancavam risadas rápidas. Um cenário comum demais para alguém como ele.
Natan, não.
Ele estava ali há tempo suficiente para que qualquer um percebesse: não queria companhia. Não queria conversa. Não queria bebida. O copo à frente