Ana acordou com uma sensação estranhamente confortável.
Demorou alguns segundos para entender por quê.
Primeiro, o calor constante sob a bochecha. Depois, o peso firme e tranquilo de um peito contra sua testa. Por fim, o braço ao redor da sua cintura, não apertando, não prendendo, apenas ali. Como se tivesse sido colocado com intenção, mas sem pressa.
Ela estava encaixada nele.
A cabeça repousava exatamente onde parecia fazer sentido repousar. O coração de Natan batia num ritmo calmo, r