Natan estava irritado desde o momento em que Ana fechou a porta do carro.
Não porque ela tivesse ido à casa da amiga.
Mas porque ele queria que ela tivesse ido para casa.
Para a casa dele.
Ele não disse isso em voz alta. Não discutiu. Não insistiu. Não tentou negociar. Optou pelo silêncio, aquele mesmo silêncio que sempre funcionara com outras pessoas. Acreditou, por algum motivo mal calculado, que ela entenderia o que ele não estava disposto a pedir.
Não entendeu.
Recusou que Túlio