A obra avançava rápido demais.
Rápido como decisões que não podiam mais ser desfeitas.
Onde antes havia um prédio antigo, cheio de janelas abertas e vozes infantis ecoando, agora havia concreto, ferro e barulho. Estrutura. Crescimento. Progresso.
Ou, pelo menos, era isso que deveria significar.
Magno observava em silêncio.
De pé, diante do que restava.
Ou do que já não restava mais.
— Impressionante — Gabriel comentou ao lado dele. — Há poucas semanas, ninguém diria o que tinha aq