232. Absolutamente Perfeito
“Blake Reeve”
Saio do quarto dela e fecho a porta devagar, como se qualquer barulho pudesse denunciar o que está acontecendo dentro de mim.
Volto para o meu quarto, coloco a arma na mesa de cabeceira, sento na borda da cama e fico olhando para o chão por mais tempo do que gostaria de admitir.
— Pesadelo — murmuro, baixo o suficiente para que só eu ouça.
Respiro fundo. Inspiro. Expiro. O ritmo que uso quando preciso calibrar a adrenalina depois de uma ameaça real.
O problema é que não havia amea