197. O Silêncio Nunca Dura Muito Tempo
“Quatro meses depois…”
Acordo com o sol entrando pelas frestas da cortina e, por um momento, considero a possibilidade de me levantar só para fechá-las e voltar a dormir.
Mas há um motivo bem especial para eu não fazer isso: hoje é o aniversário de Lucas, e eu quero que o dia comece do jeito certo.
Ele dorme profundamente ao meu lado, com o braço pesado jogado sobre a minha cintura, como se, mesmo dormindo, não quisesse me soltar.
Me viro devagar e me apoio no cotovelo, observando-o por um mome