— Vem vê-la de perto.
Olhou para Elliot, que tinha um sorriso. E novamente, um sorriso familiar. Mas o que é que estava acontecendo com ela? Não era um sorriso parecido com a mãe dele — se é que podia chamar aquilo de mãe —, mas um que ela conhecia bem. O que estava acontecendo afinal? Por que sempre que o via — o que não era muito — sentia aquela estranheza no estômago? Mesmo assim, sorriu meio fraco, e se aproximou.
— Ela é linda.
E realmente era. A pequena tinha muito cabelo. Por demais.