continuação...
Levei outra mulher naquela noite.
E mais uma depois.
Nenhuma ficou.
Todas eram iguais no fim:
Tentavam preencher um espaço que não entendiam.
Emily passava por mim nos corredores com educação impecável. Profissional. Fria. Aquilo me irritava mais do que qualquer confronto.
Ela estava erguendo um muro.
E eu odiava muros que não podia atravessar.
Uma noite, ao voltar mais cedo do que o habitual, ouvi vozes na sala.
Emily e Mel.
— Promete que nunca vai embora? — Mel perguntou, a voz sono