Hunter ajustava o cinto da calça, a expressão rígida refletida no espelho. A noite não havia trazido o esquecimento que ele buscava; apenas um cansaço mais profundo e uma sensação de estranheza consigo mesmo.
— Já vai? — Vanessa perguntou, a voz manhosa, apoiada nos cotovelos entre os lençóis de seda.
— Sim. Já está quase de manhã — ele respondeu sem olhá-la.
Vanessa levantou-se, ignorando o roupão no pé da cama. Nua e sem qualquer inibição, ela caminhou até ele, envolvendo o pescoço de Hunt