VALENTINA
Quando ouvi os passos de Leon subindo as escadas, levantei-me rapidamente do sofá no quarto de Benjamin. Dei um beijinho leve no rosto dele, que já dormia profundamente, e saí em direção ao meu quarto. Não queria enfrentá-lo naquele momento. Sabia que era covarde, mas estava exausta demais para mais uma conversa carregada de promessas e mentiras.
Fechei a porta e me sentei na cama, sentindo todo o peso dos últimos dias pressionando meu peito.
“Deus, o que eu faço? Me ajuda a não ced