Mundo de ficçãoIniciar sessãoHARLEY
O telefone vibrou novamente, e a mensagem que não precisei abrir já me dizia que algo estava errado.—A confirmação que recebi foi seca e irritante: “Ela não morreu”.Fechei os olhos por um instante, sentindo a raiva subir, quente e lenta, como veneno correndo nas veias.—Aquilo não era apenas frustração; era um plano frustrado, semelhante a um artista cuja obra-prima se transforma em ruína diante de seus olhos, cada pincelada uma lembrança amarga da falha






