O garçom nos serviu e se afastou. Jana, ao meu lado, estava com o olhar que era pura curiosidade.
— Vem cá — ela disse de repente, já se levantando. — Vamos ali no balcão.
Antes que eu pudesse protestar, ela pegou o copo dela, o meu também, e fez um gesto rápido com a cabeça, daqueles que não aceitam recusa. Olhei para Cecília.
— Fica aqui, meu amor — falei baixo, apontando para o copo dela. — Já volto.
Seguimos até o balcão da lanchonete. O tampo estava um pouco grudento, cheirando a açúcar e