CAPÍTULO 31 — O MÁXIMO DE DESCULPA
Saí do escritório com o coração batendo na garganta e a sensação de que Sebastian ainda estava atrás de mim, mesmo quando a porta já tinha ficado para trás. O corredor parecia longo demais, silencioso demais, e cada passo que eu dava carregava a raiva, o choque e uma coisa pior, uma coisa que eu não queria admitir nem para mim. Ele tinha me vigiado. Tinha olhado para a minha porta pela câmera como se a casa, a filha, o corredor e talvez até eu fossem parte de alguma coisa que ele precisava contr