Adrian
A manhã seguinte trouxe um movimento incomum para a Mansão Valmont. Malas pequenas e coloridas estavam alinhadas no hall de entrada, e o riso de Clara preenchia o espaço, mas, para Luna, o clima parecia carregado de uma estática que ela não conseguia explicar.
Eu observava tudo do topo da escadaria, os dedos tamborilando no corrimão de carvalho. O tabuleiro estava montado.
— Tio Adrian! A vovó disse que vamos ver os cavalos! — Clara correu até mim, abraçando minhas pernas.
— Sim, que