NARRADORA
A noite foi um borrão de lágrimas e desespero no novo e pequeno apartamento de Sofia. Diana tentava entreter Lara com desenhos, mas o clima de derrota era palpável. Sofia estava sentada no chão, cercada por papéis, sabendo que o relatório da Dra. Arantes seria o prego no caixão de sua custódia.
Às 23h30, alguém bateu à porta. Sofia gelou, pensando ser Rafael ou Alexandre, mas ao olhar pelo olho-mágico, viu o rosto jovem e preocupado de Mark.
Ela abriu a porta, exausta.
— Mark? Como v