Os gritos de Miguel encheram a sala.
Lorenzo não teve piedade e o torturou por horas a fio, mas o homem não abriu a boca, mesmo passando pelas piores torturas. Precisava admitir que era admirável o quanto Miguel suportou nas mãos de Lorenzo, mas até mesmo o mais determinado sucumbira nas mãos dele.
Me recostei na cadeira enquanto meu chefe arrancava a pele das costas do homem, que urrava de dor. Tentei ignorar o sangue que respingava aos montes, fazendo poças no chão ou mesmo o cheiro nauseante