Débora grita e se joga em cima do homem, enquanto grita para que eu corra. Faço o que ela pede, mesmo que a minha vontade seja defendê-la ao ouvir o choro dela ao tomar um tapa dele. Agradeço por não ter ninguém com ele e corro por alguns minutos, até voltar para onde eu não deveria ter saído.
— Caralho! — Tom grita assim que me vê chegando no portão. — Você está louca?
— Tá querendo se matar?
— Jéssica! A Débora! Ele pegou a Débora! — Tento falar entre um soluço e outro, e ela me abraça.
— V